Ir para o conteúdo principal
Retrato de Tamara Catharina Janmaat

Tamara Janmaat

Instrutor certificado desde 2025

Master in Arts
Manter a curiosidade em meio à complexidade da realidade.
Fala inglês e holandês
Current Country: Netherlands
País de origem: Países Baixos
"A conexão não nos pede que sejamos perfeitos. Ela nos pede que estejamos presentes."

Introdução - Por que faço o que faço

Acredito que a comunicação não se resume a palavras. Trata-se de presença, escolha e da coragem de se manter autêntico no contato com os outros. Tenho curiosidade em saber o que torna a conexão possível, mesmo quando parece inalcançável. Constantemente, vejo como a vida se abre quando as pessoas ousam falar a partir da verdade e escutar com todo o seu ser.

Certa vez, em uma reunião onde a tensão era palpável, alguém sussurrou: "Eu só quero que isso funcione". Essa frase mudou tudo. Não porque resolveu o conflito, mas porque foi genuína. É esse espaço que amo ocupar.

Desde que descobri Comunicação Não-Violenta (CNV) em 2012, meu trabalho tem se dedicado a explorar como a autenticidade pode prosperar em ambientes estruturados, locais de trabalho, organizações e sistemas onde a clareza é frequentemente mais valorizada do que a conexão. Adoro estar no centro dessa tensão: onde o humano e o profissional se encontram, onde a vulnerabilidade e a força são igualmente bem-vindas.

Meu Caminho - Da Arquitetura à Conexão

Antes de começar a trabalhar com CNV, estudei e pratiquei arquitetura. Eu era fascinado por como o espaço influencia a maneira como vivemos, nos encontramos e nos movemos. Mais tarde, percebi que as conversas são como edifícios; precisam de estrutura, luz e ar. Elas moldam nossos mundos interior e exterior.

Durante meu primeiro emprego como arquiteto, observei pessoas discutindo sobre paredes e janelas, quando, na verdade, o que elas queriam era ser vistas e ouvidas. Foi então que comecei a prestar atenção à arquitetura das palavras.

Meus anos na arquitetura, em projetos comunitários e na facilitação criativa me ensinaram como forma e liberdade podem coexistir. Trabalhei em campos de refugiados, centros comunitários e salas de reuniões, sempre guiado por uma pergunta: Como podemos permanecer humanos juntos?

Quando conheci CNV, senti como se tivesse encontrado um modelo para essa pergunta — uma arquitetura viva da comunicação que conecta palavras com necessidades, razão com emoção e pessoas com a própria vida.

Meu trabalho — O que eu trago para o mundo

hoje: Guio indivíduos, equipes e organizações para trazerem mais autenticidade e conexão para sua comunicação diária. Facilito conversas que são reais, às vezes desconfortáveis, e sempre voltadas para a compreensão do que realmente importa.

Meu trabalho inclui:

  • Facilitar o diálogo e os processos de equipe em empresas, organizações e comunidades

  • Aconselhar indivíduos a expressarem o que realmente desejam, com clareza e compaixão

  • Apoiar líderes e grupos na gestão de feedback, conflitos e colaboração

  • Ensinar CNV de maneiras práticas, criativas e baseadas no corpo

Em uma sessão com uma equipe à beira da exaustão, fizemos uma pausa para respirar antes de falar. Alguém disse: "Este silêncio parece estranho". Outro respondeu: "Parece seguro". Aquele momento disse mais do que qualquer slide de treinamento jamais poderia.

Também criei jornadas sonoras, livros de exercícios e ferramentas de aprendizado criativas que entrelaçam narrativa, reflexão e prática, convidando as pessoas a explorar a comunicação como a arte de ser autêntico.

Minha Abordagem - Como Eu Trabalho

Minha abordagem é ampla e corporal. Combino clareza com curiosidade, brincadeira com precisão e silêncio com expressão. Convido as pessoas a desacelerarem, a sentirem o que está vivo dentro delas e a darem voz a isso.

Inspiro-me em práticas de consciência corporal e corporal, aprendendo a ouvir de dentro para fora, bem como em processos criativos e trabalho comunitário, trazendo brincadeira, arte e movimento para o diálogo.

Não acredito em consertar as pessoas. Acredito em criar condições para a presença, para que as pessoas possam descobrir sua própria sabedoria, encontrar suas palavras e agir a partir do que está vivo dentro delas.

Às vezes, um participante levanta os olhos com lágrimas nos olhos e diz: "Então é assim que se sente ouvir". São esses os momentos pelos quais vivo, quando a presença se transforma em conexão.

Quando uma conexão acontece, mesmo que por um instante, tudo muda. Há alívio, compreensão e, muitas vezes, risos. Porque ser autêntico não é um fardo. É libertador.

Meu Contexto - Vida, Relacionamentos e Comunidade

Moro na Holanda com meu parceiro e nossos dois filhos. Eles são meus maiores professores de comunicação, lembrando-me diariamente que amor e verdade podem coexistir, mesmo no caos. Fora da minha vida profissional, participo de diversos projetos comunitários: uma horta comunitária, um parque infantil inclusivo e uma iniciativa que cria espaços para o diálogo aberto entre as diferenças.

Música, movimento e natureza são essenciais para mim. Cantar, dançar e caminhar me lembram que conexão não é apenas um conceito; é algo que praticamos com todo o nosso corpo.

Intenção Central

No cerne do meu trabalho está uma profunda confiança no movimento da vida em direção à conexão. Vejo a comunicação como uma arte viva, que continua a evoluir por meio da comunidade, da prática, da coragem e da curiosidade.

Compartilhe esta página:

FOCO DO TREINAMENTO:

  • Negócios
  • Resolução de Conflitos
  • Aconselhamento e Coaching
  • Diversidade
  • Educação
  • Facilitação
  • Em geral
  • Relacionamentos íntimos
  • Educação dos filhos e família
  • Mudança social
“Para ajudar as pessoas a lembrarem que ser autêntico já é o suficiente.”

Entre em contato com Tamara Janmaat

Catraca *