Desde criança, eu me interessava pela humanidade e pelo mundo, tentando entender a interconexão de tudo e o que motivava as pessoas a fazerem o que faziam. Eu era fascinado pela sabedoria dos povos indígenas tradicionais, que tinham consciência de que seu sustento e bem-estar dependiam da natureza e que conseguiam viver em harmonia com o meio ambiente.
Como jovem adulta, após me formar em enfermagem psiquiátrica em 1986, trabalhei por 15 anos em uma unidade psiquiátrica, e ficou cada vez mais claro para mim que por trás de cada diagnóstico existe uma pessoa com sua própria história e necessidades, buscando a felicidade como qualquer outra pessoa.
Além disso, iniciei meu próprio consultório em 1995, após meus estudos como psicoterapeuta, onde continuo a orientar adultos e, posteriormente, também casais, famílias e crianças em sua jornada de (auto)conexão. Recordo com gratidão todos os clientes que confiaram em mim para explorar seu mundo interior e testemunhar tanto sua alegria quanto sua dor.
Inúmeras vezes, constatei que "uma qualidade de presença entre as pessoas" traz mais cura do que análises e protocolos. Ou, para usar as palavras de Marshall Rosenberg:
'As pessoas se curam de suas dores quando estabelecem uma conexão autêntica com outro ser humano'.
Quando descobri Comunicação Não-Violenta em 2013, tudo se encaixou perfeitamente. Por um lado, a sabedoria espiritual da filosofia da Comunicação Não-Violenta me trouxe o reconhecimento daquilo que me motivou a vida toda, desde jovem:
'Nossa sobrevivência como espécie depende da nossa capacidade de reconhecer que o nosso bem-estar e o bem-estar dos outros são, na verdade, uma só coisa.'.
Por outro lado, foi um estímulo para dar à mudança social (na qual eu já trabalhava inconscientemente) um lugar de destaque e, por meio da certificação e apoiado pelas palavras de Marshall Rosenberg, levá-la ao mundo com ainda mais paixão:
'Tenha muita clareza sobre o tipo de mundo que você gostaria de viver e então comece a viver dessa maneira'.
Além do meu trabalho como psicoterapeuta, isso marcou o início do meu programa de formação. Inicialmente, em meu próprio consultório, em 2014, e posteriormente, em 2023, em colaboração com a 'Groeien in Verbinding' (Crescendo em Conexão), ministrei treinamentos para indivíduos que buscam crescimento, protagonismo e transformação social.
Minha estreita colaboração como terapeuta infantil com escolas também me levou a lançar programas de treinamento em escolas tradicionais em 2014. Isso apoia a implementação da Educação Enriquecedora da Vida, que busca ensinar a professores e crianças a "linguagem das girafas" e estruturar um ambiente de aprendizagem que promova a autonomia e..
Reeds als kind was ik geïnteresseerd in ‘de mens’ en ‘de wereld’ en probeerde ik de samenhang tussen alles te doorgronden evenals wat mensen dreef om te doen wat ze deden. Ik was gefascineerd door de wijsheid van tradi?oneel levende natuurvolkeren die zich ervan bewust waren dat ze onlosmakelijk verbonden waren met de natuur voor hun levensonderhoud en welzijn en erin slaagden om in harmonie te leven met hun omgeving.
Als jongvolwassene en ondertussen in 1986 afgestudeerd als psychiatrisch verpleegkundige werkte ik gedurende 15 jaar op een psychiatrische opnamedienst en werd het me steeds duidelijker dat achter elke diagnose een mens schuilgaat met een eigen verhaal en eigen noden op zoek naar geluk zoals iedereen. Daarnaast starHe ik in 1995 mijn eigen prak?jk, na mijn studies als psychotherapeute, waarbij ik tot op heden volwassenen en later ook koppels, gezinnen en kinderen begeleid op hun weg naar meer (zelf)verbinding.
Ik blik met dankbaarheid terug naar alle cliënten van wie ik het vertrouwen heb gekregen om in hun binnenwereld te mogen (mee)kijken en getuige te hebben mogen zijn van hun vreugde én hun pijn. Keer op keer heb ik mogen ervaren dat ‘een kwaliteit van aanwezigheid van mens tot mens’ heling brengt eerder dan analyses en protocollen.
Of om het in de woorden van Marshall Rosenberg uit te drukken:
‘People heal from their pain when they have an authen4c connec4on with another human being’.
Toen ik in 2013 met Geweldloze Communica?e in contact kwam, sloot alles naadloos op elkaar aan. Enerzijds bracht de spirituele wijsheid van het gedachtegoed van Geweldloze Communica?e me de (h)erkenning voor wat me reeds mijn hele leven van jongs af aan dreef:
‘Our survival as a species depends on our ability to recognize that our well-being and the well-being of others are in fact one and the same’.
Anderzijds was het een impuls om de social change (waar ik reeds onbewust mee bezig was) een eervolle plek te geven en via het pad van cer?ficering en ondersteund door de woorden van Marshall Rosenberg, met nog meer passie neer te zeHen in de wereld:
‘Get very clear about the kind of world you would like and then start living that way’.
Naast mijn werk als psychotherapeute betekende dit de opstart van mijn trainerschap waarbij ik in 2014, eerst in eigen prak?jk, en in 2023 in samenwerking met ‘Groeien in Verbinding’ trainingen verzorg voor individuen die kiezen voor groei, eigenaarschap en social change.
Ook zorgde mijn nauwe samenwerking als kindertherapeute met scholen ervoor dat ik in 2014 trainingen in klassieke scholen opstarHe. Dit ter ondersteuning om het implementeren van Levenverrijkend Onderwijs mogelijk te maken waarbij er geijverd wordt om leerkrachten en kinderen ‘de giraffentaal’ eigen te maken evenals het structureren van een leeromgeving waarbij autonomie en intera_ankelijkheid op de klasvloer ges?muleerd worden.