
Fabienne Ramirez
Instrutor certificado desde 2026
Fala inglês e francês
Current Country: France
País de origem: França

Minha jornada com Comunicação Não-Violenta (CNV) começou em 2012, durante uma reunião informativa. Foi uma revelação: desconhecendo o conceito de necessidades, eu era tão dedicada aos outros que cheguei a um ponto de ruptura. Com CNV, vi uma porta se abrir para um mundo onde gentileza, clareza e vulnerabilidade podem coexistir. Mergulhei nos Marshall Rosenberglivros de
CNV me ensinou a enxergar além dos julgamentos, a ouvir as necessidades não atendidas escondidas por trás das palavras e a transformar a mim mesma e meus relacionamentos — com meu parceiro, família, no trabalho e na minha vida. Possibilitou minha transformação energética: da energia da raiva para a energia do amor e das necessidades. O que mais me tocou foi esta ideia simples, porém revolucionária: todo ser humano busca nutrir a vida da melhor maneira possível, mesmo que às vezes seja desajeitado ou violento. CNV me ajudou a superar a culpa e o medo para entrar em um diálogo autêntico, onde a empatia se torna uma ponte entre os corações.
Meu caminho não foi linear. Houve dúvidas, resistências. Mas cada passo — treinamentos, estágios, grupos de prática — me aproximou desta certeza: a paz se constrói um passo de cada vez, começando por si mesmo.
Facilitar treinamentos para casais, estudantes, jovens profissionais ou pessoas envolvidas em projetos sociais confirmou que CNV é uma prática viva que transforma relacionamentos e pode converter conflitos em oportunidades de conexão e crescimento. Também percebi que tinha a capacidade de transmiti-la.
Minha Visão da CNV
Hoje, estou comprometida em compartilhar essa abordagem com humildade e alegria. Porque acredito que toda pessoa merece ser ouvida, que toda necessidade importa, que a gratidão embeleza a vida e que até mesmo as divergências podem se tornar caminhos para uma maior compreensão.
Meu sonho? Que todos encontrem espaços onde se sintam à vontade para expressar o que estão vivenciando, sendo acolhidos e sem medo, e onde aprendam a ouvir as experiências dos outros sem se sentirem ameaçados.
Ainda estou nessa jornada e aspiro a explorar e descobrir novos temas. Mas sei que CNV me tornou muito mais livre, mais presente e mais confiante na minha capacidade — e na dos outros — de crescer e evoluir. É essa liberdade que quero compartilhar com aqueles que, como eu, buscam um caminho de paz.
O que eu ofereço
Minha citação favorita:
"Compaixão não é um luxo; é uma necessidade para nossa sobrevivência. Quando reconhecemos nossa humanidade compartilhada, percebemos que amar o próximo não é um dever moral, mas a consequência natural de vermos que estamos todos conectados."
— Marshall Rosenberg
Mon histoire avec la Communication NonViolente (CNV) a commencé en 2012, lors d’une réunion d’information. Ce fut une révélation : inconsciente de la notion de besoin, j’étais dévouée aux autres jusqu’à ce que cela explose. Avec la CNV, j’ai vu une porte s’ouvrir sur un monde où la bienveillance, la clarté et les vulnérabilités pouvaient cohabiter. J’ai plongé dans les livres de Marshall Rosenberg, puis dans des formations, d’abord pour moi, puis pour mieux comprendre les autres.La CNV m’a appris à voir au-delà des jugements, à écouter les besoins cachés derrière les mots, et à me transformer, ainsi que mes relations — en couple, en famille, au travail, et dans ma vie. Elle a permis ma transformation énergétique : de l’énergie de la colère à l’énergie de l’amour et des besoins.
Ce qui m’a touchée, c’est cette idée simple mais révolutionnaire : chaque être humain cherche à nourrir la vie du mieux qu’il peut, même si cela peut être de façon maladroite, voire violente. La CNV m’a aidée à sortir de la culpabilité et de la peur pour entrer dans un dialogue authentique, où l’empathie devient un pont entre les cœurs.
Mon parcours n’a pas été linéaire. Il y a eu des doutes, des résistances. Mais chaque étape — les formations, les assistanats, les groupes de pratique — m’a rapprochée de cette certitude : la paix se construit un pas à la fois, en commençant par soi. L’animation de formations pour des couples, des étudiants, des jeunes professionnels ou des personnes engagées dans des projets sociaux m’a confirmé que la CNV est une pratique vivante qui transforme les relations et peut transformer les conflits en opportunités de connexion et d’évolution. J’ai aussi réalisé que j’avais la capacité de la transmettre.
Ma vision de la CNV
Aujourd’hui, je m’engage à transmettre cette approche avec humilité et joie. Parce que je crois que chaque personne mérite d’être entendue, que chaque besoin compte, que la gratitude embellit la vie, et que même les désaccords peuvent devenir des chemins vers plus de compréhension.
Mon rêve ? Que chacun trouve des espaces où l’on ose dire ce qui est vécu en étant accueilli et sans crainte, et où l’on apprend à écouter ce que vit l’autre, sans se sentir menacé.
Je suis encore en chemin et j’aspire à creuser et découvrir de nouveaux sujets. Mais je sais que la CNV m’a rendue beaucoup plus libre, plus présente, et plus confiante dans ma capacité et dans celle des autres à grandir et évoluer. C’est cette liberté que je veux partager, avec ceux qui, comme moi, cherchent un chemin de paix.
Ce que je propose
Ma citation préférée : "La compassion n’est pas un luxe, c’est une nécessité pour notre survie. Quand nous reconnaissons notre humanité partagée, nous réalisons que l’amour du prochain n’est pas un devoir moral, mais la conséquence naturelle de voir que nous sommes tous connectés." Marshall Rosenberg.
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