Reivindicando a autonomia das mulheres em prol da justiça reprodutiva na Nigéria hoje
Prosperidade para mãe e filho em situações de restrição
A questão dos direitos reprodutivos em geral — e especificamente para as mulheres nigerianas — é debatida hoje devido às restrições impostas pelos ensinamentos católicos sobre saúde reprodutiva e pelas políticas públicas influenciadas tanto pela cultura quanto pela religião. Essas restrições têm impactos negativos na autonomia das mulheres e em seu direito de resistir à exploração sexual e de ter acesso a outros direitos importantes. Os ensinamentos católicos condenam todas as formas de
controle artificial da natalidade, como contracepção direta, aborto direto e esterilização direta. No entanto, o ensinamento oficial da Igreja incentiva o
uso de métodos naturais de controle da fertilidade. Na Humanae Vitae, Paulo VI proíbe o uso de contraceptivos artificiais por considerar que eles obstruem o processo reprodutivo natural. Baseando-se em uma interpretação particular da lei natural, Paulo VI encoraja os casais a terem relações sexuais apenas durante o período infértil da esposa, caso desejem controlar a natalidade.